Nosso estudo

Formação de Laterites
na região intertropical


Nossa principal área de estudo é o Cráton da Guiana (Brasil, Guiana Francesa, Suriname), mas temos outras metas no Brasil e no Malauí (África).
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O projeto RECA reúne um consórcio internacional feito de pesquisadores qualificados na identificação de solos lateríticos, métodos de datação, mineralogia ambiental; geoquímica isotópica e abordagens de modelagem da formação de perfis meteorológicos.
- Cécile Gautheron
A missão

Estudo da laterite na área intertropical


Laterites são coberturas de clima profundo da zona crítica que ocupam 80% do volume total do solo e da paisagem da Terra e participam significativamente do orçamento geoquímico global de clima e erosão, e do consumo de gases de efeito estufa. Alguns estudos já investigaram o momento de sua formação e evolução em resposta à forçagem climática e geodinâmica, mas questões importantes ainda são obscuras.

O projeto RECA++ aborda os tópicos de funcionamento e evolução do clima, oceanos e grandes ciclos e a evolução das superfícies continentais com a evolução da zona crítica e da biosfera, reconstruindo a influência da formação dos lateritos da mudança climática. O projeto RECA+++ está reagrupando diferentes grupos acadêmicos de pesquisa franceses, brasileiros e europeus e grupos não acadêmicos interessados por essas questões. A originalidade do projeto RECA+++ é a de combinar os substitutos cronométricos, meteorológicos e climáticos desenvolvidos nos últimos anos, a fim de construir um cenário abrangente e preditivo de formação e evolução laterítica.

Concentraremos nossos esforços nas regiões geodinamicamente estáveis do Escudo Guiana (Brasil, Suriname, Guiana Francesa) e da Amazônia Central, onde Laterites se formaram através de todo o Cenozóico e podem ser associados a grandes unidades geomorfológicas. Entretanto, outros alvos foram identificados através do tempo no Brasil e no Malauí.

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os detalhes

O que fazemos ?


Passo 1

O objetivo principal é a compreensão e modelagem preditiva da evolução da superfície continental, especialmente das laterites que fazem parte da zona crítica. Estudamos a formação e evolução da laterita, em resposta às forcings climáticas e geodinâmicas através de uma combinação de ferramentas mineralógicas, cronométricas e geoquímicas que serão utilizadas para construir um novo cenário integrado de sua formação laterítica. Ao revelarmos o registro das condições de formação antigas, rastrearemos e quantificaremos os processos meteorológicos em função do tempo.

Etapa 2

Este ambicioso projeto multidisciplinar também propõe, para entender a formação através do tempo de vários laterites do cratão brasileiro e no Malauí. Os perfis lateriticos estudados serão datados usando métodos de datação absoluta para revelar os episódios meteorológicos desde pelo menos 60 Ma. A análise geoquímica dos diferentes perfis utilizando métodos isotópicos convencionais e não convencionais de Li, Si e Fe ajudará a decifrar as condições meteorológicas específicas ligadas aos vários estágios da formação laterite.

Etapa 3

Para atingir esses objetivos, o projeto RECA reúne 5 grupos franceses que terão um papel especializado no projeto, 2 parceiros não acadêmicos com a Pesquisa Geológica Francesa e uma empresa de energia, 1 grupo alemão e 2 grupos brasileiros. O projeto agora reagrupa laboratórios adicionais que aderiram ao projeto desde seu início, permitindo nomear o projeto RECA++.
The team

Meet with the team !


reca-laterite-3

Pesquisa

Mais de 10 laboratórios internacionais estão trabalhando no projeto RECA++

Administração

O projeto se divide em 1 tarefa de comunicação e 5 tarefas científicas

Trabalho em equipe

A equipe da RECA++ se reúne a cada seis meses para trocar informações sobre os resultados do projeto
critical zone

Geological targets


Nossa hipótese de trabalho em grupo do projeto é que os perfis laterite registram a evolução a longo prazo tanto do clima (temperatura, chuvas) quanto das taxas de processos de meteorologia/erosão. Estamos concentrando nossos esforços no Escudo da Guiana, na Amazônia Central e em Minas Gerais, onde diferentes locais lateriticos foram identificados de acordo com sua situação geomorfológica e sua potencial idade antiga, ou seja, até algumas dezenas ou centenas de milhões de anos. Outro local na Namíbia também foi investigado.
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